Raquel Rodrigues

Eu sou empreendedora, curiosa, criativa, escritora, palestrante, facilitadora e networker
por vocação.

O dia em que entrei uma… E saí EU!

O bom de uma jornada é esse mesmo: ser uma jornada

A gente conhece o que passou, recebe um presente a cada dia e mira o futuro. Os desafios vão se apresentando, um a um, vamos reconhecendo os problemas e solucionando eles. Ou pelo menos deveria ser assim.

No primeiro semestre de 2015 eu vivi um dilema pessoal. Sentia que estava na direção errada, uma angústia no peito e a dor de estar desperdiçando meu tempo… de novo. Minhas premissas haviam mudado, o que eu dava como certo na minha vida já não era mais. E me faltava coragem.

Primeiro para aceitar a situação. Quando a gente encasqueta uma coisa tendemos a criar para nós mesmos uma dificuldade de alterar a perspectiva e exalamos orgulho. Até aquele momento, me sentia com a razão e a dona da verdade.

Segundo para desconstruir esse cenário e seguir meu coração. Afinal, eu escolhi o caminho do bem e do servir, de ajudar as pessoas. Estava me autossabotando, me iludindo com a crença de que daquela forma auxiliava quem estava à minha volta.

A beleza de uma jornada é essa mesma: ser uma jornada

O autoconhecimento é um processo que exige presença e observação constantes. Passei a prestar mais atenção à minha intuição e atitudes. Conclui que eu é que precisava de ajuda.

O Universo é tão generoso e acolhedor que, no dia 1º de junho, recebi um chamado em forma de mensagem: “Raquel, boa tarde. Estamos encerrando a turma do Arte de Ser Humano em 13 de junho. Ainda temos vagas, tem interesse?”.

Titubei e tentei fugir pela tangente. O chamado pronunciou as seguintes palavras mágicas para vencer minha resistência: “Tem vontade de fazer?”. Nenhuma desculpa que eu desse seria mais forte do que a oportunidade que estava tendo. Sou grata ao Ricardo Ricchini, da Pandora Evolução Consciente, por ter sido o porta-voz do Universo e não ter desistido de mim.

A Arte de Ser Humano

Esse treinamento foi fundamental para mim em um momento crucial. Marcou o início de uma grande revolução na minha vida.

Tomei uma melhor consciência dos meus sentidos inconscientes. Medo de falhar e de ser rejeitada, vergonha da minha feminilidade, apego ao passado e usá-lo como desculpa, frustração em não ter encontrado meu parceiro de jornada e ainda não ter filhos, usar a autossufiência como escudo. Um profundo medo da minha própria luz que me levava a não acreditar no meu potencial.

Sim, minhas amigas e meus amigos. Por dentro da mulher bem resolvida, independente, comunicadora, influenciadora, positiva e realizadora, havia a ebulição da vulnerabilidade.

Pensar, agir, falar

“Mínimas ações feitas com consciência e atenção são mais significativas para uma vida consciente do que grandes conquistas aos olhos dos outros”, disse um dos treinadores.

Como podem quatro dias transformarem toda uma vida? Permissão. É libertador poder olhar para dentro de nós, um pouco por dia, dia após dia. Coloquei no papel minhas percepções, objetivos e o que fazer para melhorar. Intenção clara para influenciar o resultado.

Foi minha primeira experiência com os níveis de consciência e os autodesafios. O chamado se transformou em coragem e entusiasmo. O processo fluiu e as pessoas que fizeram o treinamento comigo foram incríveis, me senti abençoada.

A Pamella Botelho conceituou minha essência e disse para eu nunca esquecer da unidade entre pensar-agir-falar. Pensar a verdade, agir com verdade e falar a verdade para minimizar o espaço para a autossabotagem. Assim sigo, ouvindo a verdade do meu coração.

Gloria In Excelsis Deo

Enfim, acreditava em mim e estava pronta para tomar uma das decisões mais difíceis da minha vida. Em agosto de 2015, eu dava os primeiros passos que me trouxeram até aqui.

Sou muito grata à Pandora e recomendo sempre suas palestras gratuitas, treinamentos e o canal Quero Evoluir.

Eu entrei uma… E saí EU. Verdade, verdadeira.

Minha recomendação final é para que se observe, viva o presente, preste atenção aos chamados e permita-se. O limite entre o ordinário e o extraordinário quem define é você!

“A alegria de uma jornada é essa mesma:
ser uma jornada.”